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Congresso Nacional homenageia Sesc e Senac por oito décadas de atuação

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Sessão solene evidencia impacto das entidades na educação, cultura e no desenvolvimento social do país

A trajetória de oito décadas do Serviço Social do Comércio (Sesc) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) foi o tema central da sessão solene no Congresso Nacional nesta quarta-feira, 25. Parlamentares, ministros e lideranças empresariais destacaram o papel das entidades na formação de milhões de brasileiros e na promoção da justiça social.

A homenagem, requerida pelo senador Carlos Viana (PL-MG) e pelo deputado federal Cléber Verde (MDB-MA), destacou a capilaridade e o impacto social das duas instituições que, ao longo desses 80 anos, se consolidaram como referências em educação profissional, cultura, saúde, lazer e assistência social.

O presidente da Confederação Nacional do Comércio (CNC), José Roberto Tadros, em seu discurso, enfatizou que as instituições, criadas na década de 1940, funcionam como uma ferramenta de valorização do trabalhador. “O Senac hoje tem uma performance que deixa todo mundo, em todos os países do mundo, deveras boquiaberto com o que se propiciou ao longo desses anos. O Sesc, de início, se preocupou em dar ao trabalhador o direito ao lazer, ao esporte, à cultura, à saúde e à alimentação”, destacou.

Tadros concluiu seu discurso reforçando o compromisso das instituições com o futuro do país. “Seguiremos investindo em educação de qualidade, em cultura acessível, em ações de saúde e em iniciativas que promovam dignidade e oportunidades. Seguiremos trabalhando para que o Brasil cresça de forma sustentável, com mais produtividade, mais inclusão e mais justiça social”, disse.

O senador Carlos Viana relembrou sua própria formação no Senac e ressaltou que o Brasil só se tornará rico quando cada cidadão for capaz de gerar riqueza por meio do conhecimento. “Um país precisa desenvolver e dar a cada um dos seus membros a capacidade de mostrar o seu talento e ser reconhecido”, afirmou.

O governo federal, representado pelo secretário de Inclusão Socioeconômica do Ministério do Desenvolvimento Social, Luiz Carlos Everton, classificou o Sesc e o Senac como parceiros naturais e estratégicos. “O governo federal reconhece que não conseguiria fazer a inclusão produtiva que o Brasil precisa sem a capilaridade e a competência técnica dessas instituições”, ressaltou.

Na oportunidade, o senador Zequinha Marinho (União-PA) fez um relato pessoal sobre como os cursos do Senac impactaram sua juventude no interior do Pará, na década de 1970. “Viver na capital é tudo mais fácil, mas, quando a gente sai da capital, principalmente na Amazônia, onde o desenvolvimento anda muito mais devagar, ainda assim o Senac ia lá e nos ajudava”, relembrou.

A sessão foi encerrada com um convite aos parlamentares para visitarem a exposição comemorativa no Espaço Teresa de Benguela, na Câmara dos Deputados, que detalha a história e a relevância dos profissionais que movimentam a economia brasileira.

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